You are currently browsing the category archive for the 'pérolas' category.

Phone-ix?! Bom. Há cerca de 2 semanas ouvi uma noticia sobre o lançamento de uma nova operadora. Achei alguma piada, dado que julguei que se tratasse de contra-informação. Talvez se tratasse de uma operadora alemã, pouco dotada de marketing skills, que tivesse ignorado especificidades locais.

Mas afinal não. A campanha está no ar. Portuguesissíma. Promovida por uma empresa conceituada como os CTT. Com Vanessa Fernandes, a desportista com melhor relação custo/visibilidade, a dar a cara.

De forma muito breve, as 2 grandes questões que coloco são:

1. Qual é o público-alvo? Vendedores de automóveis que não dizem F**** por soar muito mal e então optam por esta 2ª alternativa? Não creio que mudarão de operador apenas pela fonética. Mas não deixa de ser uma hipótese.

2. Como vai evoluir a marca? Se me disserem que é uma estratégia de entrada no mercado com o objectivo de captar a atenção dos potenciais clientes de forma rápida, embora com algumas reservas, aceito o argumento. Mas Phone-ix será sempre Phone-ix.

Estaremos cá para ver. De qualquer forma, é mau demais. Ou então sou eu que não percebo o evoluído, misterioso, hiper-interessante e profundo mundo da comunicação.

… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

O sonso – É o colega do tipo camaleão. Da mesma estirpe da chique, mas falta-lhe o factor In. Brincalhão, julga ser o máximo sempre que nos presenteia com as suas pérolas de humor. Extremamente adaptável ao meio envolvente, gosta de pensar que é tão manipulador quanto a chique. Passa do extremo ‘coitadinho’ para ‘gozão’ à velocidade da luz. Perito em estatística, tem rótulos muito bem definidos em termos socio-demográficos. Como seria de esperar, em 96% dos casos não devemos confiar neste tipo de colega.


… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

O nice guy – É o colega do tipo Labrador Retriever. É o verdadeiro colega com quem se pode contar. Espécie em vias de extinção, nomeadamente por achincalhamento. É, geralmente, o petiz amado por todos. Tem os mesmos métodos de trabalho que a anti-social mas, por ser o típico Nice guy, não é incomodado por questões laborais. No entanto, em 79% dos casos é um alvo fácil para a matrona e para o sonso, por motivos tão aleatórios como preferências alimentares, etnia ou gostos musicais.

… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

O geek – É o colega do tipo toupeira. Gosta de falar em bits e bytes para se sentir inteligente. Tem uma visão pouco abrangente da realidade. O mundo é um conjunto de querys e, ocasionalmente, vai p’rós copos com os amigos. 39% destes colegas tem uma namorada de uma área de estudos de ciências sociais, direito ou sociologia, para que possa ser convenientemente admirado e pouco questionado. Os outros 61% julgam que a mulher é um pedaço de código por depurar. Por acreditarem que ainda está na versão beta, optaram pelo Second Life.

… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

O respondão – É o colega do tipo leão. Põe o dedo na ferida. Conhece todas as fragilidades do chefe e, por ser mais competente, sabe como lhe dar a volta. É astuto e forte como um leão mas igualmente preguiçoso. Apesar de não concordar com o sistema, sabe tudo o que tem que fazer para ser considerado o rei da selva. Tem 70% de probabilidade de tornar-se um chefe sem face.


… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

A anti-social - É a colega do tipo formiga. Cumpre os horários. Chega ao escritório e senta-se em frente ao computador. Almoça em 20 minutos. Volta para o seu computador. Não pára para socializar um pouco, beber um café, ou rir-se das pseudo-piadas do chefe. Dispensa ocasiões de convívio extra-escritório, tais como jantares de equipa, off-sites ou kick-offs. É uma incompreendida num mundo de cigarras.


… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

A chique – É a colega do tipo amêijoa. Menina da linha, conduz um carro que julga estar na moda. Demonstra que conhece alguns restaurantes da moda. Usa o perfume da moda. Diz que pratica o desporto da moda. Como é de modas, nunca transmite a sua própria opinião, mas apenas a opinião da moda. Afirma que na praia da moda o azul do mar é mais turquesa. Em 87% dos casos compra mezinhas no celeiro e acredita no Feng shui. Como uma amêijoa fechada, nunca chegamos a conhecer verdadeiramente este tipo de colega.

… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

A matrona – É a colega do tipo pitbull. Distingue-se pela sua capacidade de confrontar o mundo inteiro. Geralmente, aquilo que defende é absurdo. Ainda assim, o mundo inteiro teme e não contesta. Em 92% dos casos tem desequílibros hormonais provocados pela tiróide ou pelo excesso de testosterona. Adora publicitar os seus feitos e receber elogios. No entanto, é o exemplo perfeito da ronha. Em dia Sim, temos que aturar piadas foleiras. Em dia Não, temos que suportar o seu ladrar incessante.


… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

O chefe que pensa ser um porreiro - É o chefe do tipo lula. Gosta de sentir que é um tipo porreiro e, por isso, pensa que para tal é obrigatório dizer piadas, geralmente sexistas. Teme a matrona. Minimiza situações críticas e oferece prémios de reconhecimento se sentir que, por ter sido um pouquinho duro (um nadinha de nada mesmo), a sua avaliação como chefe pode ser prejudicada. Bastante similar ao chefe enguia.

… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

O chefe do tempo da revolução industrial - É o chefe do tipo touro. Tem sempre a sua opinião, mesmo que errada. Torce e torce e torce a equipa, esperando que saia mais sumo. É capaz de enfrentar situações críticas sem stress, nunca está desprevenido. A sua melhor defesa é o ataque. Se ficar satisfeito com os resultados, expressa-o com sinceridade. Não teme ninguém.

… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.
O chefe sem face - É o chefe do tipo enguia. Adapta-se a cada pessoa, concordando ou não discordando, buscando apenas aprovação e reconhecimento. Teme a matrona. Não sabe reagir adequadamente em situações críticas e as suas mãos tremem se é necessário confrontar alguém. É perito em escrever cartas de motivação. Consegue ter um discurso inflamado, desde que devidamente treinado em casa. Adora sessões de auto-estimulação colectiva (vulgo, reuniões de final de trimestre).

… ou aquilo que não nos ensinam na faculdade.

Estou a preparar o lançamento de Corporator XXI – Teoria e prática da vida empresarial. Como não podia deixar de ser, antes da conferência de imprensa para o lançamento no CCB, irei, nos próximos dias, partilhar convosco algumas das pérolas de gestão que irão ser detalhadamente analisadas no livro. Em conjunto com o livro, será lançado um DVD com casos de sucesso, para que não vos falte nada.

estamos a quantos?

Dezembro 2009
S T Q Q S S D
« Nov    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

carimbado e arquivado

quem passou e comentou

Q no
Q no Suzuki Van Van RV125 2010
Rita Grilo no Suzuki Van Van RV125 2010
Rita Grilo no