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green day lisbon 2009

É um facto, estou rendida.

(Sum-up do concerto aqui e fotos oficiais aqui.)

ritaredshoes1

Vamos só ali às Caldas ver a moça a cantar. Voltamos já.

Nota posterior:

O CCC (vulgo, sala de concertos das Caldas) encheu para recebê-la. Fomos surpreendidos pela sala em si: um espaço para jantar muito in, parque de estacionamento coberto e um auditório amplo e com boa acústica. Tudo isto por €7.5, preço de estudante. O concerto foi muito bom, um dos melhores que vi ultimamente. Mas eu sou um pouco suspeita… acho sempre que os artistas portugueses têm um carinho especial pelo público.

Quanto à Rita, as suas músicas são boas, melhores ainda ao vivo, principalmente porque a moça tem garra. E, a julgar pela tensão masculina que havia no ar, ficou provado que não há necessidade de se ir regularmente à Wink: basta ter atitude.

Um post um cadinho atrasado, dado que o concerto ocorreu no passado dia 18 de Outubro, mas mesmo tarde não poderia deixar de fazer uma breve referência a estes músicos – de referência.

Descobri a Deolinda quando andava à procura de música nova para animar as muitas horas que passámos a conduzir durante a road trip. Qualquer nome desconhecido que encontrava era motivo mais do que suficiente para gravar um CD.

Deolinda foi uma surpresa muito agradável. Conhecem aquela sensação, cada vez mais rara, de ouvir um álbum pela 1ª vez e sentirem que cada música é sempre diferente? Deolinda é assim – letras inesperadas, escritas por alguém que sem dúvida tem um dom, melodias que não se esquecem e, claro, uma voz inigualável… E está tudo em família: Pedro da Silva Martins, o seu irmão Luis José Martins (guitarra), sendo ambos primos de Ana Bacalhau (vocalista), que por sua vez é casada com o José Pedro Leitão (contrabaixo).

No palco, transparece não só o entusiasmo de quem faz aquilo que gosta mas a vontade de não sair dali – fez-me recordar o concerto dos Silence 4 no Pavilhão Atlântico (sim, há milhões de anos luz atrás), em que repetiram algumas músicas, só porque o repertório era ainda curto e o público pedia mais…

Continuo viciada! E recomendo vivamente – passem pelo site, onde podem comprovar a qualidade por vocês próprios…

Uma música. Uma simples música de um anúncio… ainda por cima de uma coisa bera como uma cerveja. Como é possível que nos toque tanto? Esta foi direitinha ao coração, desde a 1ª vez que a ouvi. Comentámos que se assemelhava à musicalidade do Creep dos Radiohead mas, como sou dura de ouvido, não consegui apanhar a letra.

Agora, ouvi-la com atenção, depois desta fase que está a terminar, contigo no sofá a apanhar os acordes (que, já agora, são tão simples que até eu conseguiria tocar), faz-me sentir renascida, com forças renovadas. Há músicas assim… Há dias assim… :)

You see the smile that’s on my mouth
Is hiding the words that don’t come out
And all of my friends who think that I’m blessed
They don’t know my head is a mess
No, they don’t know who I really am
And they don’t know what I’ve been through like you do
And I was made for you…

… olhas para o cartaz de um festival de Verão e não reconheces 1 única banda.

Mas, esperem! Alto e pára o baile! Este ano é diferente! Depois de conhecer o programa do Rock in Rio senti-me um pouco mais jovem…! Senão vejamos:

30 Maio > Lenny Kravitz, Ivete Sangalo, Paulo Gonzo – Conheço todos!
31 Maio > Bon Jovi, Alejandro Sanz, Alanis Morissette, Skank – Idem!
1 Junho > Rod Stewart, Joss Stone, Xutos & Pontapés – Idem ibidem!
5 Junho > Metallica, Apocalyptica, Moonspell – Uhhhuuhhh, é a loucuuuraaaa!!
6 Junho > The Offspring – Naaaannaaannaaa naaa naaaa, diz-vos alguma coisa?!

E ainda estes: Lúcia Moniz, João Gil, Tito Paris, Expensive Soul, Sara Tavares, Ala dos Namorados, Rão Kyao, Boss AC, Vitorino, Tim, Jorge Palma, Buraka Som Sistema, Clã !!!

Creio ter conseguido transmitir a minha excitação – pelo menos esforcei-me por usar e abusar dos pontos de exclamação. Não é todos os dias que se rejuvenesce, pelos menos, 10 anos.

[passados 4 minutos...]

Bom, talvez tenha exagerado. É, apenas, um concerto para malta da burguesia, tão ou mais cota do que eu – que até tem a possibilidade de assistir aos concertos numa zona VIP (200 Eur), através de um plasma, enquanto bebe um copo e não suja os sapatos com poeira. O bilhete duplo foi a prenda de Natal escolhida por algumas empresas de consultoria para os seus empregados.

Depois de pensar um pouco percebi que a estratégia de marketing agressivo tem o efeito contrário e torna-me resistente. Para onde quer que me vire, vejo alusões a este festival. E prenuncio alguns pesadelos… Estou sentada no meu Yaris, de cuecas Sloggi vestidas com um “Eu vou” estampado no meu traseiro, e canto “Ahhhh, bébé acende o meu fogo!” (com a respectiva caixa de Control Rir no porta luvas), enquanto ligo a ignição: Parque da Bela Vista aqui vou eu!

Bah. Que desilusão.

O concerto de Bryan Adams no Maxime, em Lisboa, esgotou em apenas 20 minutos. A notícia é avançada pela editora do músico canadiano, que vem a Portugal para a estreia mundial ao vivo do novo álbum 11.

Adams sobe ao palco da sala lisboeta às 16h30 do dia 7 de Março. Porque o espaço é pequeno, o concerto foi anunciado como «apenas para convidados», mas os primeiros a fazer a encomenda do novo álbum na FNAC online tiveram direito a um bilhete para actuação.

A actuação em Portugal insere-se numa digressão acústica que passa por 11 cidades europeias (Lisboa, Barcelona, Milão, Hamburgo, Londres, Paris, Amesterdão, Bruxelas, Zurique, Viena e Copenhaga) e salas muito particulares. Adams actuará apenas com uma guitarra e uma harmónica.
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(Concerto curtinho que nem deu para aquecer… Parece que em Dezembro há mais. Um pedacito aqui.)

“Depois de alguns anos de procura, sinto que encontrei o que queria. As coisas que quero dizer, os sons que quero ouvir, está tudo aqui. E, no entanto, sinto que este é só o princípio, que este disco marca um novo ponto de partida para mim e para a minha música.” (tirado d’ aqui)

Tanto que se poderia escrever sobre este talentoso rapaz. Um pedacito do concerto disponível aqui.

Mariza apresenta-se a 8 de Novembro no Pavilhão Atlântico, naquele que será o seu único espectáculo público em Lisboa no ano 2007. No maior recinto de espectáculos da capital, Mariza estará em palco com convidados muito especiais: de Portugal, Carlos do Carmo e Rui Veloso, de Cabo Verde Tito Paris, e ainda o angolano Filipe Mukenga e, o brasileiro Ivan Lins. A todos estes soma-se ainda a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, que acompanhará a fadista em palco.

Este concerto acontece no mesmo dia da cerimónia de entrega dos Grammy Awards, em Las Vegas, estando a artista nomeada na categoria de “Melhor álbum Folk”, com “Concerto em Lisboa”, gravado ao vivo em Setembro de 2005, na Torre de Belém, perante um auditório de cerca de 30.000 pessoas.

De acordo com fonte ligada à produção do espectáculo, Mariza “está a preparar o concerto com todo o cuidado e carinho”. O concerto é o culminar da digressão ‘Lugares com História’ que durante o Verão percorreu alguns dos principais monumentos do País, e Mariza está mais preocupada com o espectáculo do que com o Grammy para o qual se encontra nomeada a atribuir numa cerimónia a realizar em Las Vegas. Será uma noite de grande importância na sua carreira e para a música portuguesa, uma vez que Mariza é a única artista nacional nomeada para o maior galardão da indústria musical de todo o mundo. Mas a fadista prefere partilhar a noite com o público português.

E nós vamos lá estar!

Há dias fui assistir a um concerto ao CCB de Paulo Sousa, acompanhado por Makarand Tulankar tablista convidado. Como músico, sempre se dedicou aos instrumentos de cordas, nomeadamente guitarra clássica e guitarra eléctrica. Ao descobrir o sitar, instrumento de cordas originário do Norte da Índia, passou a dedicar-se inteiramente a este instrumento; interessou-se profundamente pela sua cultura, tendo sido aluno do mestre de sitar e rudravina Pandit Hindraj Divekar. Durante o último ano esteve na Índia a estudar sitar e música clássica indiana. Bolseiro da Fundação Oriente, viveu em Puna, estado de Maharastra.

Não conhecia o músico mas, ainda assim, assisti ao concerto na primeira fila. O misticismo dos sons, aliado ao sentimento contagiante que transparece dos músicos, tornou o concerto inesquecível. E, no final, a surpresa de quem ama o palco pela música, em harmonia com o desconforto de quem não espera tantos aplausos. Boa música tocada por músicos genuínos.

Fanfarra do Rajastão ao ar livre no CCB. Recomendamos!

O meu ano de 2006 foi assim…

Janeiro – Preparativos para compra de habitação própria
Fevereiro – Inicío do 2º trimestre de aulas e continuação dos preparativos
Março – Decisão e início dos preparativos para o casamento
Abril – Aquisição de habitação própria
Maio – Tornar a habitação própria num lar habitável com níveis de conforto elevados
Junho – Casamento
Julho – Término da fase curricular do mestrado
Agosto – Viagem a Londres
Setembro – Road trip to Croatia
Outubro – 1/4 de século de vida celebrado
Novembro – Início da tese de mestrado
Dezembro – Término de 2 anos de laboração intensiva em TI

2007, venha ele!!

estamos a quantos?

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