O spot começa bem. Um bebé a nadar livremente no mar, uma música que prende a atenção. O recurso ao novo mito urbano, de que vivemos em caixas, deslocamo-nos em caixas, trabalhamos em caixas. E nós queremos libertar as amarras. Queremos ser livres. Livres!

Compremos, então, uma televisão.

Sim, faz todo o sentido.