Crescemos. Quando nos achamos gente, decidimos lutar pela nossa independência financeira. Apaixonamo-nos, amigamo-nos, alguns de nós até se casam. Vestido branco, véu, grinalda e benção do padre. Fogo-de-artifício. Um conto de fadas. Viveram felizes para sempre.

Esperamos pela fase dos nascimentos, maternidades, baptizados. Chupetas, biberãos,  uma nova vida, muitos sorrisos. O decorrer normal da vida a que estamos habituados. Mas nem sempre é assim. E começamos a ver a fase das costas viradas, das histórias incoerentes, de coisas que simplesmente parecem não bater certo. E o conto de fadas que parece ter terminado.

É a vida aos zigue-zagues. Estou preparada para casamentos, estou preparada para nascimentos. Mas não me falem em separações, que o meu pobre coração romântico não aguenta. Não é suposto que assim seja.

Tempo, ouvi dizer que curas tudo, por isso vê se passas bem depressa, ok?